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	<title>Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</title>
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	<title>Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</title>
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	<item>
		<title>Separação de contas pessoais e da empresa</title>
		<link>https://www.audico.pt/separacao-de-contas-pessoais-e-da-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 09:03:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; A separação entre contas pessoais e empresariais é um dos princípios mais básicos da gestão financeira. No entanto, continua a ser uma das falhas mais frequentes nas empresas, sobretudo em pequenas e médias&#160; estruturas. À primeira vista, pode parecer uma prática sem grande relevância. Na realidade, a mistura de contas pode distorcer resultados,...</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>A separação entre contas pessoais e empresariais é um dos princípios mais básicos da gestão financeira. No entanto, continua a ser uma das falhas mais frequentes nas empresas, sobretudo em pequenas e médias&nbsp; estruturas.<br />
À primeira vista, pode parecer uma prática sem grande relevância. Na realidade, a mistura de contas pode distorcer resultados, aumentar o imposto a pagar e comprometer decisões estratégicas.</p>
<p><strong>O problema: uma prática aparentemente inofensiva</strong></p>
<p>É comum utilizar a conta da empresa para despesas pessoais ou não distinguir claramente os movimentos financeiros. Esta prática cria uma falsa perceção da realidade económica da empresa.</p>
<p><strong>Exemplo real com impacto</strong></p>
<p>Um empresário utiliza regularmente a conta da empresa para despesas pessoais (combustível, refeições, despesas diversas). Estas despesas são registadas como custos da empresa.</p>
<p>Consequência:<br />
&#8211; Resultados distorcidos<br />
&#8211; Margem aparentemente reduzida<br />
&#8211; Decisões baseadas em informação incorreta</p>
<p><strong>Impacto na análise financeira</strong></p>
<p>Quando as contas estão misturadas, deixa de ser possível perceber com rigor a rentabilidade do negócio. Os indicadores financeiros tornam-se pouco fiáveis e a gestão perde qualidade.</p>
<p><strong>Impacto fiscal (com exemplo numérico)</strong></p>
<p>Despesas pessoais não são, em regra, fiscalmente aceites.</p>
<p>Exemplo:<br />
Despesas pessoais registadas: 15.000€<br />
Correção fiscal: +15.000€ ao lucro tributável<br />
IRC (20%): +3.000€ de imposto adicional</p>
<p>Custo total: 3.000€ (sem qualquer benefício para a empresa)<br />
Em alguns casos, podem ainda existir tributações autónomas ou penalizações adicionais.</p>
<p><strong>Cenário de risco real (inspeção fiscal)</strong></p>
<p>Numa ação de inspeção, a Autoridade Tributária pode identificar despesas indevidas e proceder a correções fiscais.</p>
<p>Consequências possíveis:<br />
&#8211; Aumento do imposto a pagar<br />
&#8211; Juros compensatórios<br />
&#8211; Coimas<br />
&#8211; Maior exposição a futuras inspeções</p>
<p><strong>Impacto na tesouraria</strong></p>
<p>A mistura de contas dificulta o controlo do dinheiro disponível. Pode levar a decisões erradas, como assumir falta de liquidez quando, na realidade, o problema está na utilização indevida de fundos.</p>
<p><strong>Erro comum</strong></p>
<p>Muitos empresários assumem que empresa e esfera pessoal são a mesma realidade. No entanto, do ponto de vista financeiro, contabilístico e fiscal, devem ser claramente separadas.</p>
<p><strong>Antes vs depois</strong></p>
<p>Antes:<br />
&#8211; Movimentos misturados<br />
&#8211; Falta de controlo<br />
&#8211; Informação pouco fiável</p>
<p>Depois:<br />
&#8211; Separação clara<br />
&#8211; Informação rigorosa<br />
&#8211; Decisões mais eficazes</p>
<p><strong>Como implementar corretamente</strong></p>
<p>A separação exige disciplina e consistência. Deve existir uma clara distinção entre contas bancárias, bem como regras rigorosas na utilização de recursos financeiros.</p>
<p><strong>O papel do contabilista</strong></p>
<p>O contabilista desempenha um papel essencial na identificação de situações incorretas, na correção de procedimentos e no apoio à implementação de boas práticas.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Separar contas pessoais e empresariais não é apenas uma boa prática — é uma necessidade.<br />
Empresas que garantem esta separação conseguem melhorar a qualidade da informação, reduzir riscos fiscais e tomar decisões mais informadas.</p>
<p><strong>Mais do que organização, trata-se de controlo e eficiência.</strong></div>
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		<title>Contabilidade e gestão estratégica: transformar informação em decisão</title>
		<link>https://www.audico.pt/contabilidade-e-gestao-estrategica-transformar-informacao-em-decisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 09:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; Durante muito tempo, a contabilidade foi encarada essencialmente como uma função de registo e cumprimento de obrigações legais. No contexto atual, essa visão é claramente insuficiente. Num ambiente&#160; empresarial cada vez mais competitivo, a contabilidade assume um papel central na gestão estratégica das empresas. Da contabilidade tradicional à estratégica A contabilidade deixou de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante muito tempo, a contabilidade foi encarada essencialmente como uma função de registo e cumprimento de obrigações legais. No contexto atual, essa visão é claramente insuficiente. Num ambiente&nbsp; empresarial cada vez mais competitivo, a contabilidade assume um papel central na gestão estratégica das empresas.</p>
<p><strong>Da contabilidade tradicional à estratégica</strong></p>
<p>A contabilidade deixou de ser apenas histórica. Hoje permite interpretar o presente, antecipar o futuro e apoiar decisões estratégicas. Uma contabilidade estratégica transforma dados em conhecimento útil para a gestão.</p>
<p><strong>A informação como base da decisão</strong></p>
<p>A contabilidade permite conhecer a rentabilidade real do negócio, identificar áreas críticas e analisar custos. Sem esta informação, a gestão torna-se reativa e baseada em perceções.</p>
<p><strong>Análise financeira e controlo</strong></p>
<p>A análise contabilística permite acompanhar a evolução da empresa, comparar resultados, identificar desvios e avaliar eficiência operacional.</p>
<p><strong>Planeamento estratégico e fiscal</strong></p>
<p>A contabilidade permite projetar resultados, planear investimentos e otimizar a carga fiscal dentro da legalidade, evitando surpresas no final do exercício.</p>
<p><strong>Gestão de risco</strong></p>
<p>A contabilidade permite identificar sinais de alerta como deterioração de margens, aumento de custos ou problemas de tesouraria, permitindo ação antecipada.</p>
<p><strong>O papel do contabilista</strong></p>
<p>O contabilista assume um papel estratégico, apoiando decisões, interpretando dados e contribuindo para o crescimento sustentado da empresa.</p>
<p><strong>Acompanhamento contínuo</strong></p>
<p>O acompanhamento regular permite decisões mais rápidas, maior controlo e adaptação constante à realidade do negócio.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A contabilidade é uma ferramenta estratégica essencial. Mais do que registar o passado, permite construir o futuro com maior segurança.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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		<item>
		<title>Quando falar com o Contabilista</title>
		<link>https://www.audico.pt/quando-falar-com-o-contabilista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 10:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; Quando falar com o contabilista: momentos-chave para evitar erros e tomar as melhores decisões Quando deve falar com o seu contabilista? A resposta é simples: muito antes de estar em apuros.&#160; Muitas empresas recorrem ao contabilista apenas em momentos formais, mas é fora desses momentos que se cria verdadeiro valor. Uma relação próxima...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quando falar com o contabilista: momentos-chave para evitar erros e tomar as melhores decisões</strong></p>
<p>Quando deve falar com o seu contabilista? A resposta é simples: muito antes de estar em apuros.&nbsp;<br />
Muitas empresas recorrem ao contabilista apenas em momentos formais, mas é fora desses momentos que se cria verdadeiro valor.</p>
<p>Uma relação próxima e contínua permite evitar erros, antecipar riscos e tomar decisões mais informadas.&nbsp;</p>
<p><strong>O problema de uma abordagem reativa</strong></p>
<p>Quando o contacto com o contabilista ocorre apenas por obrigação, as decisões já foram tomadas e os erros já aconteceram. Nessa fase, o papel limita-se à correção, não à prevenção.</p>
<p><strong>Antes de tomar decisões importantes</strong></p>
<p>Qualquer decisão com impacto financeiro e fiscal deve ser analisada previamente. Investimentos, aquisição de ativos ou alterações estruturais podem ter consequências fiscais relevantes.<br />
Uma análise antecipada permite otimizar decisões e evitar custos desnecessários.</p>
<p><strong>Exemplo prático</strong></p>
<p>Uma empresa adquire um equipamento sem análise prévia. Resultado: enquadramento fiscal menos eficiente e eventual perda de benefícios. Com planeamento, a decisão poderia ser otimizada.</p>
<p><strong>Alterações na atividade</strong></p>
<p>Mudanças no modelo de negócio ou crescimento da empresa devem ser acompanhadas. Novas áreas, aumento de operações ou alterações de faturação exigem análise contabilística e fiscal.</p>
<p><strong>Perante dúvidas</strong></p>
<p>Dúvidas aparentemente simples podem originar erros significativos. A emissão incorreta de faturas ou a classificação errada de gastos pode gerar consequências futuras.</p>
<p><strong>Antes do fecho do exercício</strong></p>
<p>Uma análise prévia ao fecho permite ajustar decisões, otimizar fiscalmente e melhorar resultados. Após o fecho, as opções são limitadas</p>
<p><strong>Notificações da Autoridade Tributária</strong></p>
<p>Qualquer notificação deve ser analisada com apoio técnico. Uma resposta inadequada pode agravar a situação.</p>
<p><strong>O valor do acompanhamento contínuo</strong></p>
<p>O maior valor do contabilista está na antecipação. Uma relação contínua permite identificar riscos, apoiar decisões e garantir previsibilidade.</p>
<p><strong>Erro comum</strong></p>
<p>Ver o contabilista apenas como executor é um erro estratégico. Deve ser encarado como importante parceiro de decisão.</p>
<p><strong>Comparação prática</strong></p>
<p>Empresa A consulta apenas no final &gt; corrige erros. Empresa B consulta antecipadamente &gt; evita erros. Resultado: desempenho diferente.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Falar com o contabilista deve ser parte integrante da gestão. Empresas que adotam esta abordagem tomam melhores decisões, reduzem riscos e aumentam eficiência.</p>
<p><strong>Mais do que cumprir, trata-se de gerir com confiança e antecipação.</strong></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
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		<item>
		<title>Multas fiscais (coimas)</title>
		<link>https://www.audico.pt/multas-fiscais-coimas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 07:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Multas fiscais (coimas): como evitar custos desnecessários na sua empresa. As multas fiscais (coimas) continuam a representar um custo recorrente para muitas empresas. Apesar de, na maioria dos casos, serem totalmente evitáveis, surgem com frequência devido a falhas de organização, controlo e acompanhamento das obrigações fiscais. Mais do que um encargo financeiro, as multas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p><strong>Multas fiscais (coimas): como evitar custos desnecessários na sua empresa.</strong></p>
<p>As multas fiscais (coimas) continuam a representar um custo recorrente para muitas empresas. Apesar de, na maioria dos casos, serem totalmente evitáveis, surgem com frequência devido a falhas de organização, controlo e acompanhamento das obrigações fiscais.</p>
<p>Mais do que um encargo financeiro, as multas fiscais são um sinal claro de ineficiência na gestão.<br />
Revelam fragilidades nos processos internos e podem comprometer a estabilidade financeira e a credibilidade da empresa.</p>
<p><strong>O que são multas fiscais (coimas)</strong></p>
<p>As multas fiscais (coimas) resultam do incumprimento de obrigações perante a Autoridade Tributária.<br />
Podem ocorrer por atrasos, erros ou omissões na informação fiscal.</p>
<p>Situações comuns incluem entregas de declarações fora de prazo, pagamentos tardios, erros no preenchimento de declarações e falhas na comunicação de faturas.</p>
<p><strong>A verdadeira origem do problema</strong></p>
<p>Na maioria dos casos, as multas não resultam de desconhecimento da legislação. Resultam de falhas operacionais e ausência de processos estruturados.</p>
<p>A falta de controlo de prazos, a desorganização administrativa e a ausência de validação da informação são fatores críticos que aumentam o risco de incumprimento.</p>
<p><strong>Exemplo realista</strong></p>
<p>Uma empresa com atividade regular falha a entrega de uma declaração de IVA dentro do prazo. O atraso é de poucos dias, mas a consequência é imediata: aplicação de coima.&nbsp;<br />
Para além do custo direto, a empresa tem de mobilizar recursos internos para corrigir a situação, gerando perda de tempo e pressão administrativa.</p>
<p><strong>Exemplo numérico com impacto</strong></p>
<p>Uma entrega fora de prazo de declarações fiscais pode originar coimas, em geral, entre 150€ e 3.750€, dependendo da infração. A este valor podem acrescer juros, aumentando o custo total.<br />
Quando estas situações se repetem ao longo do ano, o impacto acumulado pode atingir valores significativos, representando milhares de euros sem qualquer retorno para a empresa.</p>
<p><strong>Impacto financeiro e operacional</strong></p>
<p>As multas fiscais afetam diretamente a tesouraria, reduzem margens e dificultam o planeamento financeiro. São custos que não acrescentam valor e que poderiam ser evitados com uma gestão mais eficiente.</p>
<p>Do ponto de vista operacional, criam instabilidade, exigem correções e desviam o foco da gestão para questões administrativas.</p>
<p><strong>Impacto na gestão</strong></p>
<p>Mais do que um problema fiscal, as multas refletem falhas na gestão. Indicam ausência de controlo, falta de planeamento e dificuldade em antecipar obrigações.</p>
<p><strong>Erro comum</strong></p>
<p>Muitas empresas encaram as multas como situações pontuais. No entanto, quando analisadas em conjunto, revelam problemas estruturais que devem ser corrigidos.</p>
<p><strong>Como evitar multas fiscais</strong></p>
<p>A prevenção exige uma abordagem estruturada e contínua. O cumprimento rigoroso de prazos, a organização documental e a validação da informação são fundamentais.<br />
O acompanhamento regular da situação fiscal permite identificar riscos e corrigir situações antes que se traduzam em penalizações.</p>
<p><strong>Exemplo de melhoria</strong></p>
<p>Uma empresa que implementa um sistema de controlo de prazos e validação de informação consegue eliminar multas recorrentes, melhorar a eficiência e reduzir custos desnecessários.</p>
<p><strong>O papel do acompanhamento especializado</strong></p>
<p>O apoio de profissionais qualificados permite garantir monitorização contínua, identificação de riscos e atuação preventiva.</p>
<p>Mais do que cumprir obrigações, trata-se de assegurar controlo, previsibilidade e eficiência na gestão.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>As multas fiscais são, na maioria dos casos, evitáveis. Empresas que adotam uma abordagem organizada e preventiva conseguem reduzir custos, melhorar a eficiência e reforçar a sua estabilidade financeira.</p>
<p><strong>Mais do que evitar penalizações, trata-se de melhorar a qualidade da gestão.</strong></p>
<p>&nbsp;</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Custos vs Despesas</title>
		<link>https://www.audico.pt/custos-vs-despesas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 07:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Qual a diferença e qual o impacto fiscal? A distinção entre custos e despesas é um dos fundamentos da contabilidade, sendo essencial para a correta interpretação dos resultados da empresa. Apesar disso, continua a ser um tema que gera dúvidas e erros de&#160; classificação, com impacto direto na gestão e na fiscalidade. Definição de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>Qual a diferença e qual o impacto fiscal?</p>
<p>A distinção entre custos e despesas é um dos fundamentos da contabilidade, sendo essencial para a correta interpretação dos resultados da empresa. Apesar disso, continua a ser um tema que gera dúvidas e erros de&nbsp;<br />
classificação, com impacto direto na gestão e na fiscalidade.</p>
<p><strong>Definição de custos</strong></p>
<p>Os custos estão diretamente associados à atividade produtiva da empresa.<br />
Incluem matérias-primas, mercadorias e outros elementos necessários à produção ou prestação de serviços.<br />
A sua correta identificação é essencial para apurar margens e rentabilidade.</p>
<p><strong>Definição de despesas</strong></p>
<p>As despesas correspondem aos gastos necessários ao funcionamento da empresa.<br />
Incluem rendas, serviços administrativos, salários de suporte e outros encargos gerais.<br />
Embora não estejam diretamente ligados à produção, são indispensáveis à atividade.</p>
<p><strong>Importância da distinção</strong></p>
<p>A correta classificação permite uma análise financeira mais rigorosa.<br />
Evita distorções nos resultados e facilita a tomada de decisão.<br />
Reduz o risco de erros fiscais.</p>
<p><strong>Impacto fiscal</strong></p>
<p>A distinção influencia a forma como os gastos são considerados no apuramento do lucro tributável.<br />
Têm impacto direto no imposto a pagar.<br />
Pode também afetar a estratégia financeira da empresa.</p>
<p><strong>Boas práticas</strong></p>
<p>Definir critérios claros de classificação desde o início.<br />
Rever regularmente a contabilidade.<br />
Contar com apoio de profissionais qualificados.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Uma correta distinção entre custos e despesas é fundamental para a gestão eficiente.<br />
Contribui para maior rigor, transparência e otimização fiscal</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Planeamento fiscal e estratégias financeiras</title>
		<link>https://www.audico.pt/planeamento-fiscal-e-estrategias-financeiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 09:04:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Planeamento fiscal e estratégias financeiras: como reduzir impostos e melhorar resultados. Como reduzir legalmente a carga fiscal e tomar melhores decisões financeiras? A diferença entre duas empresas semelhantes pode estar apenas no planeamento fiscal. O planeamento fiscal é uma das ferramentas mais poderosas na gestão empresarial. Não se limita ao cumprimento de obrigações fiscais,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p><strong>Planeamento fiscal e estratégias financeiras: como reduzir impostos e melhorar resultados.</strong></p>
<p><em>Como reduzir legalmente a carga fiscal e tomar melhores decisões financeiras?</em></p>
<p><strong>A diferença entre duas empresas semelhantes pode estar apenas no planeamento fiscal.</strong></p>
<p>O planeamento fiscal é uma das ferramentas mais poderosas na gestão empresarial. Não se limita ao cumprimento de obrigações fiscais, mas influencia diretamente a rentabilidade, a liquidez e a capacidade de crescimento da empresa. Empresas que integram o planeamento fiscal na sua gestão conseguem tomar decisões mais informadas e evitar custos desnecessários.</p>
<p><strong>Planeamento fiscal como ferramenta estratégica</strong></p>
<p>Quando bem aplicado, o planeamento fiscal permite antecipar decisões, otimizar recursos e reduzir a carga fiscal de forma legal. Não se trata apenas de pagar menos imposto, mas de alinhar decisões financeiras<strong> com&nbsp; objetivos estratégicos.</strong></p>
<p><strong>O problema das decisões tardias</strong></p>
<p>Muitas empresas analisam a fiscalidade apenas no final do exercício. Nessa fase, a maioria das decisões já está tomada, reduzindo significativamente a capacidade de otimização fiscal.</p>
<p><strong>Exemplo prático (contextual)</strong></p>
<p>Uma empresa com bons resultados no final do ano pode reduzir o imposto através de decisões antecipadas, como investimentos estratégicos ou reestruturação de custos. Sem planeamento, paga <strong>mais imposto do que&nbsp; o necessário.</strong></p>
<p><strong>Exemplo numérico detalhado (antes vs depois)</strong></p>
<p>Empresa A (sem planeamento):<br />
Resultado antes de impostos: 120.000€<br />
IRC (20%): 24.000€<br />
Resultado líquido: 96.000€</p>
<p>Empresa B (com planeamento):<br />
Investimento com impacto em depreciações: 30.000€<br />
Resultado ajustado: 90.000€<br />
IRC (20%): 18.000€<br />
Resultado líquido: 72.000€</p>
<p><strong>1.</strong> <strong>Poupança fiscal direta: 6.000€</strong><br />
<strong>2. Investimento que melhora a estrutura da empresa</strong></p>
<p>Este exemplo demonstra que o planeamento fiscal não serve apenas para reduzir imposto, mas também para melhorar a eficiência financeira e reforçar a sustentabilidade do negócio.</p>
<p><strong>Impacto financeiro real</strong></p>
<p>A ausência de planeamento pode representar milhares de euros adicionais em imposto. Este impacto afeta diretamente a liquidez e a capacidade de investimento.</p>
<p><strong>Ligação à gestão</strong></p>
<p>O planeamento fiscal está diretamente ligado a decisões de investimento, estrutura de custos e distribuição de resultados.</p>
<p><strong>Erro comum</strong></p>
<p>Separar fiscalidade da gestão é um erro crítico. Cada decisão financeira tem impacto fiscal e vice-versa.</p>
<p><strong>Planeamento contínuo</strong></p>
<p>O planeamento fiscal deve ser contínuo e ajustado à evolução da empresa.</p>
<p><strong>Riscos</strong></p>
<p>A falta de planeamento pode levar a custos fiscais desnecessários, decisões menos eficientes e maior exposição a riscos fiscais.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>O planeamento fiscal é essencial para empresas que pretendem crescer com controlo e eficiência.</p>
<p><strong>Mais do que cumprir, trata-se de gerir com inteligência e antecipação</strong></p>
<p><strong>Empresas que planeiam antecipadamente tomam decisões mais eficientes e reduzem riscos desnecessários.</strong></div>
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		<title>Erros nas faturas: os mais comuns e como evitá-los</title>
		<link>https://www.audico.pt/erros-nas-faturas-os-mais-comuns-e-como-evita-los/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 10:36:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Faturação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A emissão de faturas não é apenas uma obrigação legal, mas um dos pilares fundamentais da gestão fiscal e contabilística de qualquer empresa. É através da faturação que se formalizam as operações, se apura o IVA e se constrói a base documental que sustenta a contabilidade. No entanto, a prática demonstra que continuam a...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>A emissão de faturas não é apenas uma obrigação legal, mas um dos pilares fundamentais da gestão fiscal e contabilística de qualquer empresa. É através da faturação que se formalizam as operações, se apura o IVA e se constrói a base documental que sustenta a contabilidade. No entanto, a prática demonstra que continuam a existir falhas recorrentes, muitas vezes subestimadas, mas com impacto significativo.</p>
<p><strong>Principais erros na emissão de faturas</strong></p>
<p>A omissão de elementos obrigatórios continua a ser um dos erros mais frequentes. A legislação exige um conjunto de requisitos mínimos que, quando não cumpridos, podem invalidar a fatura para efeitos fiscais.&nbsp;<br />
A aplicação incorreta das taxas de IVA é outro problema comum, sobretudo em empresas com diferentes tipos de operações. Pequenos lapsos podem gerar diferenças relevantes no imposto.<br />
A identificação incorreta do cliente, nomeadamente ao nível do número de identificação fiscal, compromete a validade do documento e pode prejudicar a relação comercial.<br />
A descrição insuficiente ou genérica dos serviços prestados reduz a transparência e pode levantar dúvidas em contexto de fiscalização.</p>
<p><strong>Impacto fiscal e financeiro</strong></p>
<p>Os erros na faturação têm consequências diretas ao nível fiscal, podendo originar coimas e correções fiscais.<br />
Para além disso, podem afetar a dedução do IVA, tanto para a empresa como para os seus clientes.<br />
A nível interno, geram perda de tempo e aumento da carga administrativa.<br />
Em situações mais complexas, podem mesmo comprometer a credibilidade da empresa perante os clientes e a Autoridade Tributária.</p>
<p><strong>Boas práticas a implementar</strong></p>
<p>A definição de procedimentos internos claros e consistentes é essencial para reduzir o risco de erro.<br />
A formação dos colaboradores envolvidos no processo de faturação contribui para maior rigor.<br />
A utilização de software certificado e atualizado permite automatizar e validar grande parte da informação.<br />
A revisão periódica das faturas emitidas ajuda a identificar padrões de erro e corrigi-los atempadamente.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A faturação deve ser encarada como um processo estratégico e não meramente administrativo.<br />
O rigor na sua execução contribui para a segurança fiscal, eficiência operacional e confiança dos parceiros de negócio.</p></div>
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		<item>
		<title>Erros mais comuns no IVA e o seu impacto nas empresas</title>
		<link>https://www.audico.pt/erros-mais-comuns-no-iva-e-o-seu-impacto-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 18:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IVA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) é um dos impostos mais relevantes no dia a dia das empresas. Apesar de ser um imposto indireto, a sua gestão exige rigor técnico e atenção constante. Pequenos erros no tratamento do IVA podem ter consequências significativas, desde correções fiscais até penalizações&#160; financeiras. A complexidade do IVA...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>O Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) é um dos impostos mais relevantes no dia a dia das empresas.<br />
Apesar de ser um imposto indireto, a sua gestão exige rigor técnico e atenção constante. Pequenos erros no tratamento do IVA podem ter consequências significativas, desde correções fiscais até penalizações&nbsp; financeiras.</p>
<p><strong>A complexidade do IVA</strong></p>
<p>O IVA caracteriza-se por um conjunto de regras específicas que variam consoante o tipo de operação, a localização da transação e o enquadramento do cliente e do fornecedor. Esta complexidade faz com que seja&nbsp;<br />
frequente a ocorrência de erros, mesmo em empresas com alguma experiência.</p>
<p><strong>Erros mais comuns no IVA</strong></p>
<p>1 Aplicação incorreta da taxa de IVA — utilização de taxa errada (normal, intermédia ou reduzida).<br />
2 Dedução indevida de IVA — dedução de despesas não elegíveis ou mal documentadas.<br />
3 Falhas na emissão de faturas — falta de elementos obrigatórios, NIF incorreto ou datas erradas.<br />
4 Tratamento incorreto de operações internacionais — erros em transações intracomunitárias ou com países terceiros.<br />
5 Entrega fora de prazo das declarações — incumprimento dos prazos legais.</p>
<p><strong>O impacto destes erros nas empresas</strong></p>
<p>Os erros no IVA têm impacto direto na gestão da empresa, incluindo custos com coimas e juros, correções retroativas, perda de tempo administrativo e risco reputacional perante a Autoridade Tributária. Em alguns&nbsp; casos, podem afetar a tesouraria da empresa.</p>
<p><strong>A importância do controlo e acompanhamento</strong></p>
<p>Uma gestão eficaz do IVA passa por processos internos bem definidos, revisão periódica das operações e acompanhamento técnico especializado. O objetivo é evitar erros antes que aconteçam.</p>
<p><strong>O papel da Audico</strong></p>
<p>Na Audico, apoiamos as empresas na gestão do IVA de forma rigorosa e preventiva. Trabalhamos para garantir o correto enquadramento das operações, validar procedimentos internos e minimizar riscos fiscais. Evitar erros é sempre mais eficiente do que corrigi-los.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>O IVA exige atenção ao detalhe e conhecimento técnico. Os erros são frequentes, mas evitáveis. Uma abordagem preventiva permite cumprir as obrigações fiscais e proteger a empresa de riscos desnecessários.</p></div>
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		<item>
		<title>Benefícios fiscais para pequenas empresas</title>
		<link>https://www.audico.pt/beneficios-fiscais-para-pequenas-empresas-oportunidades-frequentemente-desaproveitadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 14:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Muitas pequenas e médias empresas concentram-se no cumprimento das suas obrigações fiscais, mas acabam por não aproveitar plenamente os benefícios fiscais disponíveis. Esta realidade traduz-se, muitas vezes, em pagamento de imposto superior ao devido, por falta de planeamento ou de acompanhamento adequado. Num contexto empresarial cada vez mais exigente, conhecer e aplicar corretamente estes...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>Muitas pequenas e médias empresas concentram-se no cumprimento das suas obrigações fiscais, mas acabam por não aproveitar plenamente os benefícios fiscais disponíveis. Esta realidade traduz-se, muitas vezes, em pagamento de imposto superior ao devido, por falta de planeamento ou de acompanhamento adequado. Num contexto empresarial cada vez mais exigente, conhecer e aplicar corretamente estes benefícios&nbsp; pode fazer uma diferença significativa na rentabilidade do negócio.</p>
<p><strong>A importância do enquadramento fiscal</strong></p>
<p>O ponto de partida está no correto enquadramento fiscal da empresa. A escolha do regime, a estrutura de custos e a forma como a atividade é organizada têm impacto direto na carga fiscal.</p>
<p>Um enquadramento desajustado pode levar a:</p>
<p>1 Perda de benefícios fiscais relevantes<br />
2 Tributação superior à devida<br />
3 Menor eficiência financeira</p>
<p><strong>Benefícios fiscais frequentemente desaproveitados</strong></p>
<p>Apesar de previstos na legislação, existem benefícios que muitas empresas não utilizam:</p>
<p>Deduções fiscais elegíveis — despesas que reduzem o lucro tributável.<br />
Incentivos ao investimento — apoio à aquisição de equipamentos e modernização.<br />
Benefícios à capitalização — vantagens no reforço de capitais próprios.<br />
Aproveitamento de prejuízos fiscais — compensação de resultados negativos.</p>
<p><strong>O risco de não planear</strong></p>
<p>A ausência de planeamento fiscal pode traduzir-se em decisões menos eficientes, falta de previsibilidade e menor capacidade de investimento.</p>
<p><strong>Planeamento fiscal: uma ferramenta de gestão</strong></p>
<p>O planeamento fiscal deve ser visto como parte integrante da gestão da empresa.</p>
<p>1 Reduzir a carga fiscal de forma legal<br />
2 Melhorar a tesouraria<br />
3 Apoiar decisões estratégicas</p>
<p><strong>O papel da Audico</strong></p>
<p>Na Audico, apoiamos as empresas na identificação de benefícios fiscais e na otimização da sua estrutura fiscal.<br />
O nosso objetivo é ajudar os nossos clientes a pagar apenas o imposto devido.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Os benefícios fiscais existem para ser utilizados. A diferença está em conhecê-los e aplicá-los corretamente.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como organizar documentos contabilísticos</title>
		<link>https://www.audico.pt/como-organizar-documentos-contabilisticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:25:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Uma má organização de documentos pode criar problemas fiscais. Como organizar documentos contabilísticos é um tema muito relevante na gestão das empresas. No dia‑a‑dia surgem decisões relacionadas com impostos, despesas, faturação ou organização financeira. Pequenos erros administrativos podem gerar custos desnecessários, multas ou perda de benefícios fiscais. Porque este tema é importante? Muitas empresas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p><strong>Uma má organização de documentos pode criar problemas fiscais.</strong></p>
<p>Como organizar documentos contabilísticos é um tema muito relevante na gestão das empresas.</p>
<p>No dia‑a‑dia surgem decisões relacionadas com impostos, despesas, faturação ou organização financeira.</p>
<p>Pequenos erros administrativos podem gerar custos desnecessários, multas ou perda de benefícios fiscais.</p>
<p>Porque este tema é importante?</p>
<p>Muitas empresas enfrentam dificuldades porque a informação financeira não é analisada com regularidade.</p>
<p>Uma despesa mal classificada, um atraso numa obrigação fiscal ou um erro na faturação podem originar problemas que poderiam ser evitados.</p>
<p>O que as empresas podem e devem fazer?</p>
<p>A melhor forma de evitar estes problemas é garantir uma boa organização contabilística e acompanhar regularmente a informação financeira da empresa.</p>
<p>Com uma contabilidade atualizada, o empresário consegue compreender melhor os números da empresa, identificar riscos e tomar decisões mais informadas.</p>
<p>Conclusão.</p>
<p>A contabilidade não deve ser vista apenas como uma obrigação legal. Deve ser uma ferramenta de gestão que ajuda a gestão da empresa a tomar decisões e definir estratégias em tempo útil.&nbsp;</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como reduzir legalmente os impostos da empresa</title>
		<link>https://www.audico.pt/como-reduzir-legalmente-os-impostos-da-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:10:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991981</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; A sua empresa pode estar a pagar mais impostos do que o devido. Como reduzir legalmente os impostos da empresa é um tema muito relevante na gestão das empresas. No dia‑a‑dia surgem decisões relacionadas com impostos, despesas, faturação ou organização financeira. Pequenos erros administrativos podem gerar custos desnecessários, multas ou perda de benefícios fiscais....</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p><strong>A sua empresa pode estar a pagar mais impostos do que o devido.</strong></p>
<p>Como reduzir legalmente os impostos da empresa é um tema muito relevante na gestão das empresas.</p>
<p>No dia‑a‑dia surgem decisões relacionadas com impostos, despesas, faturação ou organização financeira.</p>
<p>Pequenos erros administrativos podem gerar custos desnecessários, multas ou perda de benefícios fiscais.</p>
<p>Porque este tema é importante?</p>
<p>Muitas empresas enfrentam dificuldades porque a informação financeira não é analisada com regularidade.</p>
<p>Uma despesa mal classificada, um atraso numa obrigação fiscal ou um erro na faturação, podem originar problemas que poderiam ser evitados.</p>
<p>O que as empresas podem fazer:</p>
<p>A melhor forma de evitar estes problemas é garantir uma boa organização contabilística e acompanhar regularmente a informação financeira da empresa.</p>
<p>Com uma contabilidade atualizada, o empresário consegue compreender melhor os números da empresa, identificar riscos e tomar decisões mais informadas.</p>
<p>Conclusão:</p>
<p>A contabilidade não deve ser vista apenas como uma obrigação legal. Deve ser uma ferramenta de gestão que ajuda a empresa a crescer de forma sustentável.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/como-reduzir-legalmente-os-impostos-da-empresa/">Como reduzir legalmente os impostos da empresa</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contabilidade na era digital</title>
		<link>https://www.audico.pt/contabilidade-na-era-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 11:53:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; Contabilidade digital: como a tecnologia está a transformar a gestão das empresas A transformação digital tem vindo a alterar profundamente a forma como as empresas organizam e gerem a sua informação. Na área financeira, essa evolução é particularmente visível na contabilidade digital. Esta abordagem utiliza plataformas tecnológicas para simplificar processos, melhorar o acesso...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Contabilidade digital: como a tecnologia está a transformar a gestão das empresas</strong></p>
<p>A transformação digital tem vindo a alterar profundamente a forma como as empresas organizam e gerem a sua informação. Na área financeira, essa evolução é particularmente visível na contabilidade digital. Esta abordagem utiliza plataformas tecnológicas para simplificar processos, melhorar o acesso à informação e reforçar a comunicação entre as empresas e os seus gabinetes de contabilidade.</p>
<p>Durante muitos anos, a contabilidade esteve associada a processos burocráticos, papel, arquivos físicos e trocas frequentes de documentação. Hoje, com a digitalização, grande parte destes procedimentos pode ser realizada online, de forma simples, segura e organizada.</p>
<p>Na Audico, disponibilizamos aos nossos clientes uma solução de contabilidade digital que permite acompanhar a situação financeira da empresa através de uma plataforma online segura. Este sistema funciona como um backoffice onde o cliente pode aceder à sua contabilidade de forma prática e rápida.</p>
<p>Através desta plataforma, os clientes da Audico podem consultar diversos elementos relevantes para a gestão do seu negócio. Entre os principais documentos disponíveis encontram-se as demonstrações financeiras, relatórios periódicos, mapas contabilísticos e outros indicadores que permitem acompanhar a evolução da empresa.</p>
<p>Uma das grandes vantagens da contabilidade digital é a possibilidade de partilha de documentos em tempo real. O cliente pode carregar diretamente na plataforma as suas faturas, recibos ou outros documentos contabilísticos. Desta forma evita-se a perda de documentos, reduz-se a utilização de papel e garante-se que toda a informação chega ao gabinete de contabilidade de forma organizada e atempada.</p>
<p>Este processo permite também reduzir significativamente o tempo necessário para o tratamento da informação. Com os documentos disponíveis digitalmente, os registos contabilísticos podem ser efetuados de forma mais rápida e eficiente, permitindo um acompanhamento mais atualizado da situação financeira da empresa.</p>
<p>Outra vantagem importante é a melhoria da comunicação entre o cliente e o gabinete de contabilidade. A plataforma digital facilita a troca de informação e permite que ambas as partes tenham acesso aos mesmos dados, promovendo maior transparência e colaboração.</p>
<p>Para os empresários, isto significa ter acesso a informação relevante sempre que necessário. Em vez de depender apenas de relatórios pontuais, é possível consultar dados atualizados e acompanhar de forma mais próxima a evolução da atividade da empresa.</p>
<p>A contabilidade digital torna-se assim uma ferramenta importante de apoio à gestão. Com acesso a relatórios e indicadores financeiros, os empresários conseguem tomar decisões mais informadas e planear melhor o futuro do seu negócio.</p>
<p>Outro aspeto fundamental é a segurança da informação. As plataformas utilizadas na contabilidade digital incluem sistemas de proteção de dados e controlo de acessos que garantem a&nbsp;confidencialidade da informação financeira das empresas.</p>
<p>Para além disso, a digitalização contribui para processos mais sustentáveis, reduzindo a necessidade de arquivos físicos e diminuindo o consumo de papel. Este é também um passo importante para empresas que pretendem adotar práticas mais eficientes e modernas.</p>
<p>Na Audico, acreditamos que a contabilidade deve ir além do cumprimento das obrigações fiscais. A informação contabilística deve ser utilizada como uma ferramenta de apoio à gestão e ao crescimento das empresas.</p>
<p>A contabilidade digital permite transformar dados financeiros em informação útil, acessível e organizada, ajudando os empresários a compreender melhor a realidade do seu negócio.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/contabilidade-na-era-digital/">Contabilidade na era digital</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Erros fiscais mais comuns nas empresas</title>
		<link>https://www.audico.pt/erros-fiscais-mais-comuns-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 00:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991940</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Alguns erros fiscais podem custar milhares de euros às empresas. Erros fiscais mais comuns nas empresas é um tema muito relevante na gestão das empresas. No dia‑a‑dia surgem decisões relacionadas com impostos, despesas, faturação ou organização financeira. Pequenos erros administrativos podem gerar custos desnecessários, multas ou perda de benefícios fiscais. Porque este tema é...</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/erros-fiscais-mais-comuns-nas-empresas/">Erros fiscais mais comuns nas empresas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>Alguns erros fiscais podem custar milhares de euros às empresas.</p>
<p>Erros fiscais mais comuns nas empresas é um tema muito relevante na gestão das empresas.</p>
<p>No dia‑a‑dia surgem decisões relacionadas com impostos, despesas, faturação ou organização financeira.</p>
<p>Pequenos erros administrativos podem gerar custos desnecessários, multas ou perda de benefícios fiscais.</p>
<p>Porque este tema é importante?</p>
<p>Muitas empresas enfrentam dificuldades porque a informação financeira não é analisada com regularidade.</p>
<p>Uma despesa mal classificada, um atraso numa obrigação fiscal ou um erro na faturação podem originar problemas que poderiam ser evitados.</p>
<p>O que as empresas podem fazer?</p>
<p>A melhor forma de evitar estes problemas é garantir uma boa organização contabilística e acompanhar regularmente a informação financeira da empresa.</p>
<p>Com uma contabilidade atualizada, o empresário consegue compreender melhor os números da empresa, identificar riscos e tomar decisões mais informadas.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A contabilidade não deve ser vista apenas como uma obrigação legal.</p>
<p>Deve ser uma ferramenta de gestão que ajuda a empresa a crescer de forma sustentável.</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/erros-fiscais-mais-comuns-nas-empresas/">Erros fiscais mais comuns nas empresas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Despesas com Viaturas nas Empresas &#8211; enquadramento fiscal</title>
		<link>https://www.audico.pt/despesas-de-viaturas-nas-empresas-enquadramento-fiscal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 00:01:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; As despesas relacionadas com viaturas utilizadas pelas empresas são um dos temas que mais dúvidas suscitam no âmbito da fiscalidade empresarial. Combustível, manutenção, seguros ou portagens são apenas alguns exemplos de encargos que podem estar associados à utilização de veículos na atividade empresarial. No entanto, tal como acontece com outras despesas da empresa, nem...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>As despesas relacionadas com viaturas utilizadas pelas empresas são um dos temas que mais dúvidas suscitam no âmbito da fiscalidade empresarial. Combustível, manutenção, seguros ou portagens são apenas alguns exemplos de encargos que podem estar associados à utilização de veículos na atividade empresarial.</p>
<p>No entanto, tal como acontece com outras despesas da empresa, nem todos os encargos com viaturas são automaticamente aceites como gastos fiscalmente dedutíveis.</p>
<p>De acordo com as regras fiscais aplicáveis, os gastos suportados por uma empresa apenas são aceites fiscalmente quando estejam relacionados com a atividade desenvolvida e sejam indispensáveis para a obtenção dos rendimentos.</p>
<p>No caso das viaturas, além deste princípio geral, existe ainda um regime específico de tributação que deve ser considerado, designadamente no que respeita à chamada tributação autónoma.&nbsp;</p>
<p>Exemplos de despesas associadas a viaturas:</p>
<p>• Combustível<br />
• Manutenção e reparações<br />
• Seguros automóveis<br />
• Portagens e estacionamento<br />
• Impostos relacionados com o veículo<br />
• Rendas ou encargos de leasing ou renting</p>
<p>Estas despesas podem, em determinadas condições, ser consideradas fiscalmente relevantes para efeitos de determinação do lucro tributável da empresa.</p>
<p>Importa, contudo, referir que muitos encargos com viaturas estão sujeitos ao regime de tributação autónoma, o qual implica a aplicação de taxas específicas de imposto sobre determinadas despesas, independentemente do resultado fiscal da empresa.</p>
<p>Este regime aplica-se, por exemplo, a despesas relacionadas com viaturas ligeiras de passageiros e pode variar em função do valor de aquisição do veículo.</p>
<p>Por essa razão, a análise fiscal das despesas com viaturas deve ser efetuada com especial atenção, tendo em conta as características do veículo, a sua utilização e o enquadramento fiscal aplicável.</p>
<p>&nbsp;Uma correta classificação e análise das despesas associadas a viaturas permite evitar incorreções fiscais e assegurar o adequado cumprimento das obrigações tributárias da empresa.</p>
<p>Ao mesmo tempo, permite que a empresa tenha uma visão mais clara dos custos associados à utilização de veículos na sua atividade.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Despesas nas empresas &#8211; enquadramento fiscal</title>
		<link>https://www.audico.pt/despesas-dedutiveis-na-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 17:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Sabia que muitas empresas pagam mais impostos do que deviam? Nem todas as despesas suportadas por uma empresa são automaticamente aceites como gastos fiscalmente dedutíveis. Despesas dedutíveis na empresa é um tema muito relevante na gestão das empresas. No dia‑a‑dia surgem decisões relacionadas com impostos, despesas, faturação ou organização financeira. Pequenos erros administrativos podem...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<pre>Sabia que muitas empresas pagam mais impostos do que deviam?

Nem todas as despesas suportadas por uma empresa são automaticamente aceites como gastos fiscalmente dedutíveis.

Despesas dedutíveis na empresa é um tema muito relevante na gestão das empresas.
No dia‑a‑dia surgem decisões relacionadas com impostos, despesas, faturação ou organização financeira.

Pequenos erros administrativos podem gerar custos desnecessários, multas ou perda de benefícios fiscais.

Porque este tema é importante?

Muitas empresas enfrentam dificuldades porque a informação financeira não é analisada com regularidade.

Uma despesa mal classificada, um atraso numa obrigação fiscal ou um erro na faturação podem originar problemas que poderiam ser evitados.

O que as empresas podem fazer?

A melhor forma de evitar estes problemas é garantir uma boa organização contabilística e acompanhar regularmente a informação financeira da empresa.

Com uma contabilidade atualizada, o empresário consegue compreender melhor os números da empresa, identificar riscos e tomar decisões mais informadas.

Entre os exemplos mais comuns de despesas aceites fiscalmente nas empresas podemos salientar:

1. Rendas de instalações
2. Eletricidade e comunicações
3. Combustíveis e deslocações
4. Honorários
5. Software e serviços digitais

<strong><span style="background-color: rgba(0, 0, 0, 0); font-family: Consolas, Monaco, monospace; font-size: 16px;">Conclusão</span></strong></pre>
<pre>A contabilidade não deve ser vista apenas como uma obrigação legal.
Deve ser uma ferramenta de gestão que ajuda a empresa a crescer de forma sustentável.


</pre>
</div>
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		<item>
		<title>Sociedade Unipessoal &#8211; falecimento do sócio-gerente</title>
		<link>https://www.audico.pt/sociedade-unipessoal-falecimento-do-socio-gerente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 23:26:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedades Comerciais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Quais as formalidades a seguir no caso de falecimento do sócio-gerente de uma Sociedade Unipessoal? Começamos por chamar a atenção de que a Sociedade pode continuar a exercer a sua atividade normal. Deverá ser efetuada escritura de habilitação de herdeiros e realizada uma assembleia geral para designar um gerente, procedendo ao registo dessa alteração...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>Quais as formalidades a seguir no caso de falecimento do sócio-gerente de uma Sociedade Unipessoal?</p>
<p>Começamos por chamar a atenção de que a Sociedade pode continuar a exercer a sua atividade normal.</p>
<p>Deverá ser efetuada escritura de habilitação de herdeiros e realizada uma assembleia geral para designar um gerente, procedendo ao registo dessa alteração na Conservatória do Registo Comercial, bem como ao registo do falecimento do sócio-gerente. Em alternativa, poderão os herdeiros decidir pela dissolução e liquidação da sociedade.</p>
<p>Todas estas formalidades legais devem ser apoiadas por um advogado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Regularização do IVA em insolvência</title>
		<link>https://www.audico.pt/regularizacao-do-iva-em-insolvencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 19:33:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IVA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991818</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Uma empresa que tem um cliente em situação de insolvência pode deduzir o IVA das faturas em mora? Os sujeitos passivos podem deduzir o imposto correspondente a créditos incobráveis (n.º 4 do artigo 78º-A do CIVA) quando se verifique a insolvência antes de decorrido o prazo para a dedução do mesmo imposto enquanto crédito...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>Uma empresa que tem um cliente em situação de insolvência pode deduzir o IVA das faturas em mora?</p>
<p>Os sujeitos passivos podem deduzir o imposto correspondente a créditos incobráveis (<a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/civa_rep/Pages/iva78a.aspx" target="_blank" rel="noopener">n.º 4 do artigo 78º-A do CIVA</a>) quando se verifique a insolvência antes de decorrido o prazo para a dedução do mesmo imposto enquanto crédito de cobrança duvidosa.</p>
<p>E um crédito é considerado de cobrança duvidosa quando esteja em mora há mais de 12 meses, ou 6 meses se o montante em dívida for inferior a 750 € e o devedor seja um particular ou sujeito passivo isento. Sendo um crédito de cobrança duvidosa terá de ser efetuado um pedido de autorização prévia à Autoridade Tributária (<a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/civa_rep/Pages/iva78b.aspx" target="_blank" rel="noopener">artigo 78_B do CIVA</a>), no prazo de 6 meses após os créditos serem considerados de cobrança duvidosa.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Direitos e deveres de proprietário de prédio</title>
		<link>https://www.audico.pt/direitos-e-deveres-de-proprietario-de-predio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 18:55:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991813</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Proprietários de prédios direitos e deveres A Autoridade Tributária e Aduaneira disponibilizou um folheto sobre os direitos e devedores dos proprietários de prédios. No que concerne à isenção de IMI é necessário: O imóvel tem de ser para habitação própria e permanente do sujeito passivo Rendimento bruto do agregado familiar, no ano anterior, não...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://www.audico.pt/wp-content/uploads/2026/02/Proprietarios_de_predios_direitos_e_deveres.pdf">Proprietários de prédios direitos e deveres</a></strong></p>
<p>A Autoridade Tributária e Aduaneira disponibilizou um folheto sobre os direitos e devedores dos proprietários de prédios.</p>
<p>No que concerne à isenção de IMI é necessário:</p>
<ol>
<li>O imóvel tem de ser para habitação própria e permanente do sujeito passivo</li>
<li>Rendimento bruto do agregado familiar, no ano anterior, não ser superior a 153.300 Euros</li>
<li>O VPT (valor patrimonial tributário) não pode exceder 125.000 Euros</li>
<li>Esta isenção só pode ser usufruída duas vezes pelo sujeito passivo (em momentos diferentes de aquisição do imóvel)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Segurança Social &#8211; criação de subcontas</title>
		<link>https://www.audico.pt/seguranca-social-criacao-de-subcontas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 17:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança Social]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991806</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Criação de subcontas&#160; No Portal da Segurança Social A funcionalidade de criação de&#160;subcontas&#160;permite que as empresas e entidades empregadoras façam a gestão dos acessos ao Portal da Segurança Social de forma mais profissional, organizada e segura. Com esta segmentação de acessos, cada colaborador ou utilizador autorizado passa a deter a sua própria subconta, com&#160;credenciais...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://www.seg-social.pt/ptss/pssd/noticias/criacao-de-subcontas" target="_blank" rel="noopener">Criação de subcontas&nbsp;</a></strong></p>
<p class="mb-3xs" data-v-6689c1f9="">No Portal da Segurança Social</p>
<div data-v-6689c1f9="">
<p>A funcionalidade de criação de&nbsp;<strong>subcontas</strong>&nbsp;permite que as empresas e entidades empregadoras façam a gestão dos acessos ao Portal da Segurança Social de forma mais profissional, organizada e segura.</p>
<p>Com esta segmentação de acessos, cada colaborador ou utilizador autorizado passa a deter a sua própria subconta, com&nbsp;<strong>credenciais individuais e personalizadas</strong>, eliminando a necessidade de partilha de dados de acesso comuns.</p>
<p><strong>Vantagens para as empresas</strong></p>
<p>A implementação de subcontas oferece benefícios significativos na operação diária e na proteção do património informativo:</p>
<ul class="nested-unordered-list">
<li><strong>Autonomia na gestão:</strong>&nbsp;total controlo sobre a criação, edição ou suspensão de utilizadores autorizados</li>
<li><strong>Segurança de dados:</strong>&nbsp;reforço da proteção da informação ao eliminar a partilha de palavras-passe entre colaboradores</li>
<li><strong>Rastreabilidade:&nbsp;</strong>identificação clara de quem realizou cada operação no portal, garantindo um histórico transparente de todas as ações efetuadas.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Segurança Social</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ajudas de custo &#8211; Tributação autónoma</title>
		<link>https://www.audico.pt/ajudas-de-custo-tributacao-autonoma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 22:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tributações autónomas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991799</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Informação Vinculativa n.º 28764 A questão suscitada prende-se com a sujeição a tributação autónoma dos encargos com ajudas de custo cujo valor não se encontra discriminado na fatura emitida ao cliente, ainda que exista um mapa de controlo&#160; dessas despesas. Nesta situação, se a entidade não discriminar expressamente na faturação emitida ao(s) cliente(s) o...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.audico.pt/wp-content/uploads/2026/02/PIV_28764.pdf">Informação Vinculativa n.º 28764</a></p>
<p>A questão suscitada prende-se com a sujeição a tributação autónoma dos encargos com ajudas de custo cujo valor não se encontra discriminado na fatura emitida ao cliente, ainda que exista um mapa de controlo&nbsp; dessas despesas.</p>
<p>Nesta situação, se a entidade não discriminar expressamente na faturação emitida ao(s) cliente(s) o valor dos encargos referidos, e apenas mencionar na fatura que &#8220;estão incluídas despesas de deslocação&#8221;, ainda que disponha do mapa de controlo exigido, os encargos serão dedutíveis em sede de IRC, mas estarão sujeitos a tributação autónoma, à taxa de 5%, nos termos do<a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/CIRC_2R/Pages/irc88.aspx" target="_blank" rel="noopener"> n.º 9 do artigo 88.º do CIRC</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: AT</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo prazo para pagamento de contribuições à Segurança Social</title>
		<link>https://www.audico.pt/novo-prazo-para-pagamento-de-contribuicoes-a-seguranca-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 11:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança Social]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991793</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; O prazo limite para o pagamento das contribuições das Entidades Empregadoras, onde se inclui o Serviço Doméstico, foi alargado para o&#160;dia 25 de cada mês. Esta medida altera o calendário anteriormente em vigor, que estabelecia o dia 20 como data limite. Com este alargamento, as entidades empregadoras passam a usufruir de uma maior...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O prazo limite</strong> para o pagamento das contribuições das Entidades Empregadoras, onde se inclui o Serviço Doméstico, <strong>foi alargado para o&nbsp;dia 25 de cada mês.</strong></p>
<p>Esta medida altera o calendário anteriormente em vigor, que estabelecia o dia 20 como data limite. Com este alargamento, as entidades empregadoras passam a usufruir de uma maior margem temporal para o cumprimento das suas obrigações contributivas.</p>
<p>Desta forma, as contribuições relativas ao mês de janeiro podem já ser liquidadas até ao próximo dia&nbsp;<strong>25 de fevereiro</strong>.</p>
<p><strong>Vantagens para as Entidades Empregadoras</strong></p>
<ul class="nested-unordered-list">
<li><strong>Melhor gestão de tesouraria:</strong>&nbsp;maior margem temporal para o planeamento e execução dos fluxos de caixa mensais</li>
<li><strong>Processos simplificados:</strong>&nbsp;um prazo único e harmonizado para contribuições de Entidades Empregadoras</li>
<li><strong>Maior rigor:</strong>&nbsp;tempo adicional para conferir e validar os valores apurados antes de efetuar o pagamento, evitando erros e correções posteriores.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Segurança Social</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atualização do subsídio de refeição para os trabalhadores da Administração Pública</title>
		<link>https://www.audico.pt/atualizacao-do-subsidio-de-refeicao-para-os-trabalhadores-da-administracao-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 12:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Subsídio de refeição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991791</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Portaria n.º 51-B_2026_1, de 30 de janeiro Esta Portaria fixa a atualização do subsídio de refeição, para os trabalhadores da Administração Pública, com efeitos a 1 de janeiro de 2026. O subsídio de refeição, instituído pelo Decreto-Lei n.º 57-B/84, de 20 de fevereiro, teve a sua última atualização efetuada pela Portaria n.º 107-A/2023, de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.audico.pt/wp-content/uploads/2026/02/Portaria-n.o-51-B_2026_1-de-30-de-janeiro.pdf">Portaria n.º 51-B_2026_1, de 30 de janeiro</a></p>
<p>Esta Portaria fixa a atualização do subsídio de refeição, para os trabalhadores da Administração Pública, com efeitos a 1 de janeiro de 2026.</p>
<p>O subsídio de refeição, instituído pelo Decreto-Lei n.º 57-B/84, de 20 de fevereiro, teve a sua última atualização efetuada pela Portaria n.º 107-A/2023, de 18 de abril. Considerando o tempo entretanto decorrido&nbsp; desde aquela atualização, e o reforço dos benefícios sociais a conceder pelo empregador público como comparticipação nas despesas resultantes das refeições, impõe-se a atualização do mesmo.</p>
<p><strong>A presente portaria atualiza o subsídio de refeição para 6,15 € (seis euros e quinze cêntimos).</strong></p>
<p>A presente portaria entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação e produz efeitos a 1 de janeiro de 2026.</p>
<p>Como consequência desta alteração, <strong>o montante de isenção de IRS e Segurança Social, no setor privado, para o subsídio de refeição, é alterado para 6,15 Euros. Quanto ao subsídio pago com cartão refeição o limite de isenção é de 10,46 Euros.</strong></p>
<p>&nbsp;</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/atualizacao-do-subsidio-de-refeicao-para-os-trabalhadores-da-administracao-publica/">Atualização do subsídio de refeição para os trabalhadores da Administração Pública</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contrato de arrendamento &#8211; atualização da renda</title>
		<link>https://www.audico.pt/contrato-de-arrendamento-atualizacao-da-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 10:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arrendamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991786</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; A atualização do valor da renda, por obrigação legal, tem de ser comunicada à Autoridade Tributária? Quando se trata de simples atualização do valor da renda, por obrigação legal, não é obrigatório comunicar à AT. Nesta situação, a atualização poderá ser efetuada no primeiro recibo de renda atualizada. No entanto, para que os recibos...</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/contrato-de-arrendamento-atualizacao-da-renda/">Contrato de arrendamento &#8211; atualização da renda</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>A atualização do valor da renda, por obrigação legal, tem de ser comunicada à Autoridade Tributária?</p>
<p>Quando se trata de simples atualização do valor da renda, por obrigação legal, não é obrigatório comunicar à AT.</p>
<p>Nesta situação, a atualização poderá ser efetuada no primeiro recibo de renda atualizada. No entanto, para que os recibos sejam pré-preenchidos já com o valor atualizado, será necessário efetuar a comunicação no Portal das Finanças.&nbsp;</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Impostos &#8211; Obrigações declarativas e de pagamento 2026</title>
		<link>https://www.audico.pt/impostos-obrigacoes-declarativas-e-de-pagamento-2026-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 22:03:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991781</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; A Autoridade Tributária e Aduaneira já tem disponíveis as agendas declarativas e de pagamento para 2026. Agenda das obrigações declarativas 2026 Agenda das obrigações de pagamento 2026 &#160; Fonte: AT &#160; &#160; &#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>A Autoridade Tributária e Aduaneira já tem disponíveis as agendas declarativas e de pagamento para 2026.</p>
<p><strong><a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/calendario_fiscal/Documents/Obrigacoes_declarativas.pdf" target="_blank" rel="noopener">Agenda das obrigações declarativas 2026</a></strong></p>
<p><a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/calendario_fiscal/Documents/Obrigacoes_pagamento.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Agenda das obrigações de pagamento 2026</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: AT</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/impostos-obrigacoes-declarativas-e-de-pagamento-2026-2/">Impostos &#8211; Obrigações declarativas e de pagamento 2026</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contribuição para a Segurança Social de não residente</title>
		<link>https://www.audico.pt/contribuicao-para-a-seguranca-social-de-nao-residente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 15:45:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Não Residentes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Social]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991779</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Um empresário em nome individual, residente em país comunitário, com atividade em Portugal, está obrigado a contribuição para a Segurança Social? Deve comunicar o início de atividade e fica dispensado da obrigação contributiva apenas nos primeiros 12 meses de atividade.&#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>Um empresário em nome individual, residente em país comunitário, com atividade em Portugal, está obrigado a contribuição para a Segurança Social?</p>
<p>Deve comunicar o início de atividade e fica dispensado da obrigação contributiva apenas nos primeiros 12 meses de atividade.&nbsp;</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais-valias imobiliárias</title>
		<link>https://www.audico.pt/mais-valias-imobiliarias-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 10:14:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IRS]]></category>
		<category><![CDATA[Não Residentes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991776</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Como é tributada a mais-valia apurada na venda de um imóvel, situado em território português, por um sujeito passivo residente num país, território ou região com um regime fiscal claramente mais favorável? Desde que o país conste na lista aprovada pela Portaria n.º 150/2004, de 13 de fevereiro, a mais-valia será tributada à taxa...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>Como é tributada a mais-valia apurada na venda de um imóvel, situado em território português, por um sujeito passivo residente num país, território ou região com um regime fiscal claramente mais favorável?</p>
<p>Desde que o país conste na lista aprovada pela <a href="https://files.diariodarepublica.pt/1s/2004/02/037b00/08600860.pdf" target="_blank" rel="noopener">Portaria n.º 150/2004, de 13 de fevereiro</a>, a mais-valia será tributada à taxa autónoma de 35%, conforme previsto na <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/Pages/irs72.aspx" target="_blank" rel="noopener">alínea d) do artigo 72.º do Código do IRS</a>, incidindo sobre 50% da mais-valia apurada.</div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tratamento fiscal de valores desviados de conta bancária</title>
		<link>https://www.audico.pt/tratamento-fiscal-de-valores-desviados-de-conta-bancaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 09:10:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991770</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Informação Vinculativa n.º 29419 Foi solicitado à Autoridade Tributária e Aduaneira esclarecimento quanto ao tratamento fiscal a conferir a uma perda que terá tido origem numa &#8220;burla&#8221;, que resultou na subtração de valores monetários à conta&#160; bancária da consulente. No que respeita à aceitação dos gastos ou perdas, para efeitos de determinação do lucro...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.audico.pt/wp-content/uploads/2026/01/PIV_29419.pdf">Informação Vinculativa n.º 29419</a></p>
<p>Foi solicitado à Autoridade Tributária e Aduaneira esclarecimento quanto ao tratamento fiscal a conferir a uma perda que terá tido origem numa &#8220;burla&#8221;, que resultou na subtração de valores monetários à conta&nbsp; bancária da consulente.</p>
<p>No que respeita à aceitação dos gastos ou perdas, para efeitos de determinação do lucro tributável, deverá atender-se ao previsto no<a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/CIRC_2R/Pages/irc23.aspx" target="_blank" rel="noopener"> n.º 1 do artigo 23.º do CIRC</a>, o qual determina que os mesmos são dedutíveis desde&nbsp; que incorridos ou suportados pelo sujeito passivo para obter ou garantir os rendimentos sujeitos a IRC.</p>
<p>Ou seja, para que os gastos e perdas, independentemente da sua natureza, possam ser dedutíveis para efeitos de determinação do lucro tributável, têm sempre que ter conexão com a obtenção ou garantia de rendimentos sujeitos a IRC.&nbsp;</p>
<p>O<a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/CIRC_2R/Pages/irc23.aspx" target="_blank" rel="noopener"> n.º 2 do artigo 23.º do Código do IRC</a> elenca alguns gastos e perdas que se consideram abrangidos pelo n.º 1 e que, nesses termos, devem ser considerados para efeitos de determinação do lucro tributável.<br />
E, o<a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/CIRC_2R/Pages/irc23.aspx" target="_blank" rel="noopener"> n.º 3 do artigo 23.º do Código do IRC</a> define que os gastos considerados dedutíveis devem estar comprovados documentalmente, independentemente da natureza ou suporte dos documentos utilizados para esse efeito.</p>
<p>&#8220;No caso concreto da ocorrência de furtos, para que se possam aceitar as respetivas perdas, terão de se verificar circunstâncias muito excecionais, um roubo à mão armada, por exemplo, e ainda, a par das condições&nbsp; definidas para os sinistros, outras condições especificamente definidas para as situações de furto de valores monetários, nomeadamente, que:</p>
<p>1- O evento que ocasiona a perda não se possa atribuir a deficiências de controlo interno, designadamente, mediante a adoção de procedimentos com vista à proteção dos ativos em causa;</p>
<p>2- Tenha sido feita a devida participação policial;</p>
<p>3- O furto ou roubo não seja atribuído a sócio ou dirigente da empresa, ou familiares dos mesmos.&#8221;.</p>
<p>Nestes termos, tal como sucede no caso da ocorrência de furtos ou roubos na sua forma mais tradicional, também as perdas que resultem de ações concretizadas através do recurso a meios informáticos, ou outros, que resultem na subtração de valores depositados em instituições bancárias, não devem, em regra, ser consideradas como decorrentes da atividade normal desenvolvida pelo sujeito passivo, nem como contribuindo&nbsp; para obter ou garantir rendimentos sujeitos a IRC.</p>
<p>Não estando devidamente comprovado quem acedeu à conta da empresa e de que esta efetuou as devidas diligências no sentido de minimizar este tipo de risco, não se poderá aceitar a sua dedutibilidade para efeitos&nbsp; fiscais.</p>
<p><strong>No caso, afigura-se que o sujeito passivo terá sofrido uma perda patrimonial, contudo, sendo certo que os riscos deste tipo de ocorrências existem e podem ser minimizados agindo com cuidados redobrados, designadamente em face do aumento significativo no volume de incidentes de cibersegurança que se têm registado, não se poderá concluir que se encontram reunidas as condições para aceitar o gasto.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: AT</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Transparência fiscal &#8211; simples administração de bens</title>
		<link>https://www.audico.pt/transparencia-fiscal-administracao-de-bens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 15:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transparência Fiscal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991764</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Informação Vinculativa n.º 27680 Uma sociedade constituída no período N, e nesse período a sua atividade limitou-se à administração de um imóvel adquirido por compra e registado contabilisticamente como imobilizado (propriedades de investimento). Após a aquisição do imóvel, o mesmo foi arrendado.&#160; No período em causa, a sociedade não auferiu, qualquer outro rendimento, de...</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/transparencia-fiscal-administracao-de-bens/">Transparência fiscal &#8211; simples administração de bens</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.audico.pt/wp-content/uploads/2026/01/PIV_27680.pdf">Informação Vinculativa n.º 27680</a></p>
<p>Uma sociedade constituída no período N, e nesse período a sua atividade limitou-se à administração de um imóvel adquirido por compra e registado contabilisticamente como imobilizado (propriedades de investimento).</p>
<p>Após a aquisição do imóvel, o mesmo foi arrendado.&nbsp;</p>
<p>No período em causa, a sociedade não auferiu, qualquer outro rendimento, de qualquer natureza.</p>
<p>Atendendo que no o caso concreto, no período de tributação de N, a sociedade apenas auferiu rendimentos provenientes de rendas do imóvel de sua propriedade. Atendendo ainda, no&nbsp;que diz respeito às sociedades de simples administração de bens, há que ter em conta, para a sua qualificação como tal, os requisitos da <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/CIRC_2R/Pages/irc6.aspx" target="_blank" rel="noopener">alínea b) do n.º 4 do artigo 6.º do Código do IRC</a>.</p>
<p>Atentos os requisitos elencados na referida norma, uma vez que, no período de tributação de N, a sociedade exerceu, exclusivamente, a atividade de arrendamento de imóveis próprios, não é necessário aferir a média&nbsp; dos rendimentos dos últimos três anos prevista na segunda parte da alínea <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/CIRC_2R/Pages/irc6.aspx" target="_blank" rel="noopener">b) do n.º 4 do artigo 6.º do Código do IRC</a>, pois que só é necessário aferir aquela média nos casos em a sociedade obtenha rendimentos&nbsp;<br />
provenientes da atividade de administração de bens e, em conjunto, outros rendimentos, provenientes de uma atividade de natureza comercial.</p>
<p>Assim, neste caso, a sociedade é considerada, desde logo, uma sociedade de simples administração de bens, pois que se encontram reunidos os pressupostos previstos na primeira parte da a<a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/CIRC_2R/Pages/irc6.aspx" target="_blank" rel="noopener">línea b) do n.º 4 do artigo&nbsp; 6.º do Código do IRC.</a></p>
<p>Acresce referir que os requisitos, para efeitos de enquadramento no regime de transparência fiscal, terão de ser verificados casuisticamente, ano a ano, pois que só podem ser aferidos no final de cada período de tributação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: AT</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/transparencia-fiscal-administracao-de-bens/">Transparência fiscal &#8211; simples administração de bens</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ICE &#8211; sucursal de uma sociedade com sede no Reino Unido</title>
		<link>https://www.audico.pt/ice-sucursal-de-uma-sociedade-com-sede-no-reino-unido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 09:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991750</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Pode uma sucursal de uma sociedade com sede no Reino Unido beneficiar do Regime Fiscal de Incentivo à Capitalização das Empresas (ICE)? Em conformidade com a Informação Vinculativa n.º 28555, as sucursais não podem beneficiar do Regime Fiscal de Incentivo à Capitalização das Empresas, previsto no artigo 43.º-D do EBF. &#160; Fonte: AT</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/ice-sucursal-de-uma-sociedade-com-sede-no-reino-unido/">ICE &#8211; sucursal de uma sociedade com sede no Reino Unido</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p>Pode uma sucursal de uma sociedade com sede no Reino Unido beneficiar do Regime Fiscal de Incentivo à Capitalização das Empresas (ICE)?</p>
<p>Em conformidade com a <a href="https://www.audico.pt/wp-content/uploads/2026/01/PIV_28555.pdf">Informação Vinculativa n.º 28555</a>, <strong>as sucursais não podem beneficiar do Regime Fiscal de Incentivo à Capitalização das Empresas, previsto no artigo 43.º-D do EBF</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: AT</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/ice-sucursal-de-uma-sociedade-com-sede-no-reino-unido/">ICE &#8211; sucursal de uma sociedade com sede no Reino Unido</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Principais prazos do IRS de 2025 a submeter em 2026</title>
		<link>https://www.audico.pt/principais-prazos-do-irs-de-2025-a-submeter-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Audico Gabinete de Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 09:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IRS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.audico.pt/?p=991758</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; IRS 2025 &#8211; Principais prazos em 2026 A Autoridade Tributária e Aduaneira disponibilizou um folheto com os principais prazos do IRS em 2026 relativo ao IRS de 2025. &#160; Fonte: AT &#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/principais-prazos-do-irs-de-2025-a-submeter-em-2026/">Principais prazos do IRS de 2025 a submeter em 2026</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://www.audico.pt/wp-content/uploads/2026/01/IRS_2025_Principais_prazos_2026.pdf">IRS 2025 &#8211; Principais prazos em 2026</a></strong></p>
<p>A Autoridade Tributária e Aduaneira disponibilizou um folheto com os principais prazos do IRS em 2026 relativo ao IRS de 2025.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: AT</p>
<p>&nbsp;</p></div>
<p><!-- .vgblk-rw-wrapper --></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt/principais-prazos-do-irs-de-2025-a-submeter-em-2026/">Principais prazos do IRS de 2025 a submeter em 2026</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.audico.pt">Audico Contabilidade e Gestao Empresarial, Escritório de Contabilidade Porto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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